terça-feira, 25 de maio de 2010

À saudade... (,)


Uma vontade imensa de escrever não sei o quê me sobreveio agora.
Falar algo... talvez para me aliviar...
Só penso no que poderia vir a ser, mas é melhor pensar no que poderá ser se vir...
...
À saudade, não colocarei um ponto nem três, mas uma vírgula,

segunda-feira, 15 de março de 2010

Inquietações

[20:46] 13/03/2010

[Desabafos de um homem encantado pelo homem]

Um novo sentimento toma conta de mim. Uma música nunca ouvida antes, prende, atrai. É como se o mundo parasse de girar por um momento enquanto nos olhamos. Olhos que intimidam e me fazem esquecer os problemas, perco as palavras, a boca seca, minhas pernas tremem.
Quando deito meu pensamento é dele, quando pego no sono seu rosto aparece nos meus sonhos e quando acordo meus olhos se apressam por procurá-lo na cama. Espaço vazio. Logo de manhã o coração palpita quando dá o ar de sua graça. É tão bom vê-lo, mesmo que seja apenas por trás de uma tela... uma sintonia que não tem explicação. E à noite um último contato antes que eu deite e meu pensamento volte a pertencê-lo.
Meu desejo é que essa inquietação se transforme em uma nova recíproca e que essa reciprocidade possa nos trazer muita alegria e bastantes momentos simplórios, porém marcantes, para toda a vida.

[21:23]

quinta-feira, 11 de março de 2010

Epílogos


[22:33]

[Desabafos de um cronista apaixonado]

Para um escritor é preciso bem mais do que inspiração para escrever algumas linhas. Para mim a inspiração em ti basta. É o suficiente para me impelir a produzir mais que um texto, uma declaração ao meu amor. Usar as palavras de forma coesiva e incoerente. Uma linguagem rebuscada com o melhor que posso fazer, interagindo com a incoerência da dogmática do amor.
Esse não é simplesmente um texto, é uma canção que se renovará a cada leitura. Uma canção ao amor, ao meu amor. Este amor atual, o qual ficará gravado aqui nestas linhas, para que eu nunca esqueça que um dia este sentimento tão singular e singelo fez parte da minha história. Lembrarei deste amor durante toda minha existência, porque amores vividos jamais são apagados, mas são escritos em outro papel, pois este que estava limpo, agora está sendo preenchido por este amor novo, o novo amor.
Eu pensava que minha mente era inalienável e até pode ser, mas meu coração não. Ele se permite alienar pelas loucuras do amor, pelos prazeres que este pode lhe proporcionar, pelos desejos gritantes que insistem em permanecer. Estou então, alienado. Até gosto, pois a razão está oposta aos sentimentos e a alienação está intrínseca ao meu ser, interagindo com meu espírito e meu corpo.
Indícios de um amor vivido estarão neste discurso. Indícios de um amor especial que estou vivendo hoje, sem pensar se será perpétuo. Vivendo-o hoje sem me preocupar com o futuro e sem reviver o passado. Escrevendo esta crônica como se fosse a primeira, não me preocupando com as palavras escritas corretamente, mas com as palavras certas.
Aprendi com um amigo que se você quer marcar a vida de uma pessoa e ser lembrado por ela eternamente, seja o primeiro. Deveras não lembro do segundo beijo, da segunda professora, do segundo amigo... enfim, não me vem à mente lembrança das pessoas que foram as segundas, mas as primeiras são, de fato, inesquecíveis. Eu quero ser o primeiro. Talvez o primeiro a escrever uma crônica dedicada, o primeiro a simplesmente beijar a sua testa e dizer somente com olhar: amor, eu sou teu. Quero ser a introdução do seu texto. O desenvolvimento virá com o tempo. A conclusão, um devaneio.
Epílogo. Resumo. Que esta minha crônica, uma declaração, seja o meu canto, sem subterfúgios, ao sentimento a ti. Um epílogo do que sinto e de como me sinto ao lembrar de ti. E para resumir, que esta dádiva seja concedida a mim, o teu amor.

[23:54]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Saber(es)

Viver
o
amor
de
não-saberes
é
melhor
do
que
não
saber
o
amor
viver
.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

sms´s

[02/02/2010]

Poderia escrever muito, mas prefiro dizer, apenas, que nada rabiscado pela caneta conseguiria ir mais além do que a canção chamada "você", presente em mim.

Bjo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Confabulando...

Cada dia que passa só comprovo que não consigo sobreviver em meio a tantas futilidades. Um povo que não olha no olho, mas olha a marca do seu tênis ou da sua roupa; as atenções não estão voltadas para o crescimento intelectual que o outro poderá proporcionar, apenas se dá importância ao físico ou se a "química" foi boa; não se procuram mais pessoas agradáveis, simpáticas e com uma boa conversa, e sim com um beijo marcante. O físico, a química, o beijo, são pontos que devem ser levados em conta, entretanto não devem ser supervalorizados em detrimento de outros que terão papel relevante na duração de um relacionamento. Isso prova o desinteresse das pessoas por uma relação séria, duradoura, madura. Enquanto estão jovens, com todo o vigor, não se preocupam em construir uma história a dois, deixando prevalecer apenas o âmbito sexual.
Até não despertarmos para esse fato, perderemos a chance de, talvez, compartilharmos com um outro uma parte da nossa vida.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu quero...


Eu quero alguém para o amor, e não interessa que o sentimento seja mútuo ou eu tenha que amar, somente; isso farei com afinco, como quem necessita de ar para sobreviver e mantém a inspiração compassada, dando vez também à expiração.
Quero ter motivos pra chorar de saudade. Quero surpreender alguém com algo bem previsível. Eu quero não me reconhecer em alguns momentos. Quero correr o risco de cair em contradição em tudo que falo hoje sobre relacionamentos. Eu quero saber que não travarei batalha contra esse amor, mas sim contra meus próprios desconcertos.

Tarde da noite

Caber dentro
Fazer valer
Vadia paixão
O tamanho do vento
Triste saber
Esse tormento
Não quero ter
Ver, acalento
Torna-se em não
Quando nada lê
E sem tempo
Nota ser tudo vão
!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Escolhas...

Não sei se não ter o que se quer é um privilégio só meu ou se várias outras pessoas também partilham da mesma frustração. Em meio a tantas carícias e chamados pelo meu nome, descobri alguém especial... pra mim, a química foi além do físico, e que fique bem ressaltado, "pra mim".
É difícil lidar com as escolhas de quem você escolheu, quando você não se vê incluso nelas. Mais complicado é quando percebo que eu ainda não fiz minha escolha. Duas noites. Duas paixões. Disparidade. Um, mais próximo, porém mais distante agora; o outro, tão longe, embora estejemos em conexão diária. Relação paradoxal.
Mesmo que nada funcione, sei que tudo vai se encaixar.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010...

Confusão, indecisão e impaciência fazem parte de mim quando o assunto é relacionamento, mas ultimamente tenho refletido muito sobre o destino e chego à conclusão de que não é preciso ter pressa, pois tenho plena certeza que a minha vez vai chegar na hora que será.
Um dos meus poucos desejos é ser a pessoa certa à pessoa certa pra mim. Que consigamos sobreviver em meio aos escombros deixados por nossos próprios deslizes. Que entendamos o verdadeiro sentido do companheirismo e do amor. Que sejamos a recíproca. Que, enfim, estejemos em sintonia; um mesmo timbre, um mesmo riso, uma mesma razão.