terça-feira, 19 de junho de 2012

Sms ao, enfim, amor.

          Sei bem o que está acontecendo cmg.
   Meu coração apertado pq não estás 'presencialmente' ao meu lado, o desejo de construir uma história ctg, uma inspiração pra escrever os textos mais singelos que já fiz, os olhos cheios de lágrimas trazidas por uma alegria inefável... já não posso mais dizer que isso é apenas um gostar mto, meu lindo. Tbm não sei se já tenho o direito (se é que a sentimentos cabem-se direitos) de chamar ao que sinto por ti de amor. Pra mim, amor é o que tenho vivido ctg. 
          A distância é incapaz de acabar com o estado de graça e felicidade que me fazes sentir só ao lembrar  que estás pensando em mim.
          Beijos.


[Mensagem dedicada ao magrinho mais lindo, escrita ao som de Adele (Set fire to the rain)]

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Soneto do primeiro encontro

A porta foi fechada, logo depois trancada
Dois corpos se encontraram
A luz invadir o quarto, evitaram
Enfim, havia chegado a hora tão esperada.

Deitados, começaram a se despir
O calor dos corpos aquecia o momento
E não se preocuparam com o tempo
Podia a noite até vir.

Carinhos e afetos eram trocados, doados
Entre beijos sinceros e abraços apertados
O sentimento que sentiam estava sendo ali ratificado.

O silêncio falava mais que qualquer declaração
Um último beijo e a despedida com emoção
Três textos, dois homens, um só coração.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Encantos e rimas emparelhados



Meus pensamentos seguem-te veloz.
Ansiedade nefasta de ouvir tua voz.
Eis a surpresa que posso te oferecer:
Esta paixão que não tenho medo de viver.
Vou dizer-te agora o que, de fato, almejo:
Superar a distância enquanto escrevo.



Teu sorriso doce me encanta e entorpece
Ao passo que meu coração adormece
E palpita numa velocidade intensa;
Parece-me uma sensação, no minímo, densa.
Querer-te é entender-me e querer-nos jamais frear
O desejo que é nosso, amar.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Dualidade única

Eu conheci a razão do brilho inegável em meus olhos por um nome e depois resolvi que deveria se chamar lindo. Nossa interação tem sido algo inexplicável e encontrá-lo é como se o sol nascesse em meio ao breu da minha interminável noite. Conformo-me em, simplesmente, ver o seu rosto inesquecível e ler o que me escreve nas vezes em que estamos conectados, por mais que esse contentamento não seja tão durável: o próximo passo será ouvir o tom da sua voz falando-me sobre seus desejos, seus planos, como foi seu dia ou coisas que, confesso, almejo ouvir.
Sei, quer dizer, sinto que em seus braços eu andarei por caminhos aos quais ainda não fui apresentado; estaremos ligados por algo muito maior que a simplória proximidade corporal; deixarei para trás antigos dissabores com relação à paixão; conviverei, de forma díspar, com as lembranças de outros que não valeram a pena; seremos homens melhores.
Mutualidade. Essa é a palavra mais adequada ao que temos vivido hoje e espero que ela se perpetue por longos dias. É óbvio que entendo a efemeridade da vida. Tudo passará. E é exatamente por isso que acordarei amanhã e esse (relacionamento?) será diferente de hoje.
E que venham dias eternos e passageiros, a fim de podermos experimentar uma sensação jamais vista, mas sempre esperada.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cleyton's entre gerúndios e infinitivos

Ultimamente tenho estado tão confuso com relação aos meus sentimentos... Nem sei ao certo se penso, se deito ou se me alimento. E isso me traz à memória tempos e homens pelos quais chorei. A coragem já não mais faz parte dos meus dias e sou consumido pelas leis que detesto seguir. Como entender os dias gris em que fico sozinho a refletir o porquê dessa solidão? Prefiro correr de mim mesmo e me lançar àqueles que não são meus nem do meu coração. Cantar para extirpar o que me toma é o melhor ou o mais absurdo que posso fazer nessa madrugada parecida com um fim de tarde de domingo. Daí, fico vagando nas lembranças dos homens, os quais já possuíram o que há de mais valioso em mim: os carinhos que dava sorrindo. Dói-me essa passividade diante de lutar pelo que quero e por quem, de fato, quero. Agora que me interesso por uma pessoa fantástica, de rosto lindo e marcante, olhar penetrante, boca macia... Um colega me diz que está interessado também... Sei que é puro ego. E não tive capacidade de me impor e falar que essa paixão é minha por direito. Anulo-me e deixo as coisas acontecerem, visando somente à satisfação do desejo alheio. Queria tanto dizê-lo que bastaria me olhar do jeito que só ele sabe olhar e eu me derreteria em seus braços. Mas a única frase que falarei no próximo e inevitável encontro é: pode ir, mas não me tire o prazer de estar em seus laços. Oportunidades de conhecer ou reencontrar outros não faltam, porém não adiantaria ceder a esses quereres que a lugar algum me levarão, senão ao hades de não ter aquele que almejava estar ao seu lado. Diante disso, não choro, porque o Cleyton que escreve estas linhas de desabafo aprendeu a ser amado, mesmo que por ele mesmo – entrelinhas e sons a esmo. Não tive coragem para separar esse texto em parágrafos, pois separar-nos seria matar meus sonhos e a realidade diária de vê-lo mais uma vez, com promessas de encontros futuros – algo nada profissional, mas “amigável” (a palavra que não queria ouvir de seus lábios: amigo), que sei que não acontecerá. Promessas não cumpridas parece chegarem a mim como rotina de dias infindos, nos quais escrevo sem saber se irei me encontrar. Fico assim, na marosidade das 3h30 sem ter; querendo, sem parar; vivendo, parecendo não respirar; fumando, não deixando de tragar; desejando, sem enfim amar.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

E nada mudou


Derramar lágrimas sem destinatário preenche o vazio que sinto com algo mais vazio. Tudo isso preenche meu interior oco de nada e a cada vez que penso no que poderia ser, lanço-me em uma solidão, dessa vez, nada acompanhada. Mais do que nunca, eu quero, eu preciso, eu desejo chamar alguém de meu, mas não pode ser qualquer alguém, tem de ser alguém arrebatador, que dilacere meus pensamentos sobre a não existência do amor e outros acalentos ao meu coração.
Não só palavras ao vento ou frases bem construídas me deixam mais aliviado, mas esse desabafo às 3h11 me faz despertar ao fato de que a madrugada traz à tona os sentimentos mais inóspitos outrora esquecidos ou talvez deixados de lado, e torno-me a mim.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Me quero tanto a ti...

E a surpresa se apoderou de mim.

Meu pensamento segue vago, pois acordei com uma vaga vazia no lado direito da cama. É uma sensação de perda do que teórica e praticamente não é meu (espero que ainda). Sua ausência me faz sentir um aperto no coração que deixa frágil qualquer tentativa de conter as lágrimas. A vontade de tê-lo aqui é inexplicável e simplesmente se resume pelo fato de ele ser inesquecível. Bastou uma noite apenas olhando seu jeito encantador de me encarar por não muitas vezes para atrair-me ao que estou hoje a pensar e querer ele inteiro.

Não falo diretamente sobre mim há tanto tempo, talvez porque precisava achar-me perdido em mim mesmo a fim de perder-me nestas linhas, divagando sobre meus devaneios, desejos e desilusões.

É interessante como todo discurso que teimo a proferir em situações corriqueiras sobre amor, paixões, relacionamentos cai por terra quando durmo, pois não há um sonho no qual ele não esteja. Como posso dizer que devemos ser comedidos e um pouco racionais quanto à paixão, se o permito dominar meus pensamentos? E essa contradição só me faz compreender que não posso me negar ao que me convida. Embora me decepcione comigo mesmo no futuro, devo crer que eu sou capaz de amor.

E o amor é uma construção formada por alicerces sólidos. Por isso não posso tomar os relacionamentos passados, muito menos as simples relações que já tive, como parâmetro para me guiar nessa nova proposta de entrega mútua. As desilusões ficarão para trás e não as deixarei estragar a história linda que podemos viver.

Quantas vezes me policio quanto à forma que exponho meus sentimentos... por receio de assustar o não-romantismo do outro, privo-me de abrir meu coração, de retribuir-lhe a rosa, de me antecipar a ele no dizer eu te amo, de sentir-me completamente seu, apaixonado e preso aos seus encantos.

Encontro-me bem por não notar outros olhares dirigidos a mim, nem me permitir o interesse em outros. E que esse monopólio de desejo continue por longas datas. Preciso entender (ou não) a paixão que brota em mim nesse momento.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Contato inesperado, mas bem-vindo.


Uma surpresa me chegou por mensagem. Uma feliz mensagem, a qual esperava há muito, disse lembrar-se de mim. Na verdade, eu, mais do que ninguém, recordava-me do seu olhar a me olhar, do cumprimento aparentemente sem malícia ao nos conhecermos, de uma noite apenas que serviu para me convidar a ele.

Voltando à mensagem – a responsável por reacender o que estava adormecido em mim –, prontamente a respondi, ainda pouco eufórico, mas com uma leva empolgação. A princípio fiquei um pouco pensativo sobre o porquê do contato depois de algum tempo – dúvida respondida na segunda conversa ao telefone. E a reciprocidade foi ficando clara a cada novo contato.

Ainda estou aqui, nessa madrugada acompanhada, refletindo sobre essa nova sensação cujo responsável tem nome e sobrenome, e eu os conheço. Há pretensões de um reencontro fantástico, claro. Não vou prever o que conversaremos, como nos olharemos ou como encararemos, juntos, esse novo mútuo querer. Sei apenas que amanhã viveremos algo novo e estou ansioso para experimentar essa troca.

E que chegue a quinta mais esperada por nós.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O título JÁ diz tudo.

Seguir meu coração por vezes me assusta. Não sei bem o que acontece, simplesmente renego a razão que insiste em tomar-me os pensamentos e me entrego a esse sentimento que invade minha alma como algo sobre o qual não tenho domínio.
A madrugada é o momento em que mais consigo me lançar aos carinhos de mim próprio. Carinhos que me excitam e acalmam ao mesmo tempo e me levam ao ermo de que não consigo sair. E cada dia que passa só espero um alguém que me salve de mim mesmo, do que me convida a não enxergar o que preciso.
Não consigo esquecer o principal: o amor de uma forma singela e sonhadora. Quando me jogo ao mar do gozo sem precedentes não é porque sou insensível, apenas não me limito a promessas que nunca se concretizam.
Ação já, por favor.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ache-me flor.


Em uma madrugada normal como todas as outras, aqui estou com um desejo simplório de fumar um cigarro e refletir sobre minha vida - o que fiz dela até hoje e, a partir daí, como melhorá-la. Prefiro escrever. Isso me descarrega como nada. Entretanto quero escrever-me pouco a fim de não me cansar dos próprios escritos meus.
Assistir a filmes que retratam histórias de amor recíproco só me faz pensar quão ignóbeis têm sido meus dias. Prazer por prazer... muitas vezes, sexo por prazer... ou apenas sexo... Será que sou mais que isso? Talvez goste dessa loucura desenfreada na qual me lanço, mas também quero experimentar sentimentos reais com pessoas que valham a pena. REAL.
Não é que eu queira um novo amor, mas almejo um novo amar.